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8 de agosto de 2011

Os 100 melhores contos Brasileiros


  OS CEM MELHORES CONTOS BRASILEIROS DO SÉCULO 



 Por Ítalo Moriconi 

  1. Pai contra mãe (Machado de Assis)
  2. O bebê de tarlatana rosa (João do Rio)
  3. A nova Califórnia (Lima Barreto)
  4. Dentro da noite (João do Rio)
  5. A caolha (Júlia Lopes de Almeida)
  6. O homem que sabia javanês (Lima Barreto)
  7. Pílades e Orestes (Machado de Assis)
  8. Contrabandista (João Simões Lopes Neto)
  9. Negrinha (Monteiro Lobato)
  10. Galinha cega (João Alphonsus)
  11. Gaetaninho ( Alcântara Machado)
  12. Baleia (Graciliano Ramos)
  13. Uma senhora (Marques Rebelo)
  14. Viagem aos seios de Duília (Aníbal Machado)
  15. O peru de Natal (Mário de Andrade)
  16. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá (Bernardo Elis)
  17. Presépio (Carlos Drummond de Andrade)
  18. O vitral (Osman Lins)
  19. Um cinturão (Graciliano Ramos)
  20. O pirotécnico Zacarias (Murilo Rubião)
  21. Gringuinho (Samuel Rawet)
  22. O afogado (Rubem Braga)
  23. Tangerine-Girl (Rachel de Queiroz)
  24. Nossa amiga (Carlos Drummond de Andrade)
  25. Um braço de mulher (Rubem Braga)
  26. As mãos de meu filho (Erico Verissimo)
  27. A moralista (Dinah Silveira de Queiroz)
  28. Entre irmãos (José J. Veiga)
  29. A partida (Osman Lins)
  30. A força humana (Rubem Fonseca)
  31. Amor (Clarice Lispector)
  32. Gato gato gato (Otto Lara Resende)
  33. As cores (Orígenes Lessa)
  34. A máquina extraviada (José J. Veiga)
  35. O moço do saxofone (Lygia Fagundes Telles)
  36. Feliz aniversário (Clarice Lispector)
  37. O homem nu (Fernando Sabino)
  38. O vampiro de Curitiba (Dalton Trevisan)
  39. A mulher do vizinho (Fernando Sabino)
  40. Uma galinha (Clarice Lispector)
  41. Menina (Ivan Angelo)
  42. A caçada (Lygia Fagundes Telles)
  43. O burguês e o crime (Carlos Heitor Cony)
  44. Uma vela para Dario (Dalton Trevisan)
  45. Passeio noturno – Parte i e II (Rubem Fonseca)
  46. A morte de D.J. em Paris (Roberto Drummond)
  47. Aí pelas três da tarde (Raduan Nassar)
  48. Felicidade clandestina (Clarice Lispector)
  49. O elo partido (Otto Lara Resende)
  50. A estrutura da bolha de sabão (Lygia Fagundes Telles)
  51. O peixe de ouro (Haroldo Maranhão)
  52. Gestalt (Hilda Hilst)
  53. Feliz ano novo (Rubem Fonseca)
  54. Correspondência completa (Ana Cristina Cesar)
  55. Fazendo a barba (Luiz Vilela)
  56. Sem enfeite nenhum (Adélia Prado)
  57. A balada do falso Messias (Moacyr Scliar)
  58. La Suzanita (Eric Nepomuceno)
  59. Porque Lulu Bergantim não atravessou o Rubicon (José Cândido de Carvalho) -
  60. A maior ponte do mundo (Domingos Pellegrini)
  61. Crítica da razão pura (Wander Piroli)
  62. A porca (Tânia Jamardo Faillace)
  63. O arquivo (Victor Giudice)
  64. Guardador (João Antônio)
  65. O vampiro da Alameda Casabranca (Márcia Denser)
  66. Um discurso sobre o método (Sérgio Santanna)
  67. Alguma coisa urgentemente (João Gilberto Noll)
  68. Idolatria (Sérgio Faraco)
  69. Hell’s Angels (Márcia Denser)
  70. Bar(Ivan Angelo)
  71. Aqueles dois (Caio Fernando Abreu)
  72. Intimidade (Edla Van Steen)
  73. I love my husband (Nélida Pifion)
  74. Toda Lana Turner tem seu Johnny Stompanato (Sonia Coutinho)
  75. King Kong x Mona Lisa (Olga Savary)
  76. Flor de cerrado (Maria Amélia Mello)
  77. Obscenidades para uma dona-de-casa (Ignácio de Loyola Brandão)
  78. O santo que não acreditava em Deus (João Ubaldo Ribeiro)
  79. O japonês dos olhos redondos (Zulmira Ribeiro Tavares)
  80. Vadico (Edilberto Coutinho)
  81. Linda, uma história horrível (Caio Fernando Abreu)
  82. Os mínimos carapinas do nada (Autran Dourado)
  83. Conto (nãoconto) (Sérgio Santanna)
  84. A Confraria dos Espadas (Rubem Fonseca)
  85. Estranhos (Sérgio Santanna)
  86. Nos olhos do intruso (Rubens Figueiredo)
  87. O anti-Natal de 1951 (Carlos Sussekind)
  88. Olho (Miriam Campello)
  89. Zap (Moacyr Scliar)
  90. Days of wine and roses (Silviano Santiago)
  91. A nova dimensão do escritor Jeffrey Curtam (Marina Colasanti)
  92. Jardins suspensos (Antonio Carlos Viana)
  93. O misterioso homem-macaco (Valêncio Xavier)
  94. Dois corpos que caem (João Silvério Trevisan)
  95. Conto de verão n2 2: Bandeira Branca (Luis Fernando Verissimo)
  96. Por um pé de feijão (Antônio Torres)
  97. Viver outra vez (Márcio Barbosa)
  98. Estão apenas ensaiando (Bernardo Carvalho)
  99. O importado vermelho de Noé (André Santanna)
  100. 15 Cenas de descobrimento de Brasis (Fernando Bonassi)

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“Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia. Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que nada é para sempre." (Gabriel García Márquez)

Definição

"Me mande mentalmente coisas boas. Estou tendo uns dias difíceis, mas nada, nada de grave. Dias escuros sem sorrisos, sem risadas de verdade. Dias tristes, vontade de fazer nada, só dormir. Dormir porque o mundo dos sonhos é melhor, porque meus desejos valem de algo, dormir porque não há tormentos enquanto sonho, e eu posso tornar tudo realidade. Quando acordo, vejo que meus sonhos não passam disso, sonhos; e é assim que cada dia começa: desejando que não tivesse começado, desejando viver no mundo dos sonhos, ou transformar meu mundo real num lugar que eu possa viver, não sobreviver."
(CFA)

Pausado

Pausado
"Tô feliz, to despreocupado, com a vida eu to de bem"

Quem sigo

Um Pouco

"Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim.” (Caio Fernando Abreu)
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