Durante a infância o corpo está se desenvolvendo e criando imunidades que agem contra doenças, quando a criança entra em contato com estas doenças inclusive as virais a imunidade do corpo sofre uma queda porque não é forte o suficiente para imunizar o organismo causando os primeiros sintomas da doença. Este é um dos principais motivos que levam as mães a se preocuparem tanto com a proteção de seus filhos, a idade que é preciso mais cuidado é até os dez anos acredita-se que toda a função de imunidade da criança ainda não está completamente fortalecida por isso que é na alimentação que as mães devem procurar por esta proteção.
É muito comum as crianças adoecerem devido à catapora, amigdalite, sarampo, resfriados, faringite, rubéola, crupe, escarlatina, caxumba, conjuntivite, laringite, otite, impetigo, vulvovaginite, balanopostite, diarréia, vomito, bronquiolite, anemia ferropriva, brotejas, gripes, dermatite atópica, entre outros. Todas estas doenças costumam não ser de nível grave, porém é preciso muito cuidado e ajuda médica esta atenção especifica evita maiores complicações futuras e no caso podem acontecer, alguns alimentos pode fortificar o sistema de imunidade das crianças e são extremamente importantes para esta fase de desenvolvimento e fortalecimento das defesas naturais do organismo. Os alimentos que podem agir fortalecendo a imunidade do organismo devem ser ricos em acido fólico encontrado no espinafre, brócolis, rúcula e couve, complexo B encontrados em pães integrais, quinoa e outros cereais, Omega 3 também é excelente no fortalecimento da imunidade pode ser encontrado nos ovos e peixes e também possuem vitamina D, a vitamina C é uma das grandes aliadas deste time encontrada em muitos alimentos inclusive nas frutas cítricas como morango, abacaxi, kiwi entre outras, probióticos encontrados no iogurte são essências para a formação das imunidades do intestino.
A cebola, o alho e o alecrim possuem substâncias que impedem replicações de vírus sobre as células, além da ingestão de muito liquido é essencial hidratar o corpo da criança nesta fase com muita água, sucos e chás. A higiene também é fundamental é preciso desde cedo ensinar gestos comuns como lavar as mãos após as refeições, tomar banho corretamente, inclusive o processo de higienização dos alimentos também é fundamental para garantir a saúde do seu bebê. As vacinas devem ser tomadas de acordo com a caderneta de vacinação e são muito importantes para combater doenças típicas e graves.

O verão é uma das estações mais esperada durante o ano em todo o mundo, as pessoas ficam até mais alegres, saem para passear, se vestem com mais conforto, as cores tomam conta das roupas, o floral sempre estampa o clima quente, biquínis, praia enfim o verão combina muito com o brasileiro inclusive as mulheres que não deixam de passar a estação dentro da moda e as tendências deste verão promete muitas cores e acessórios para dar muito mais estilo a qualquer figurino. Podemos dizer que tendências de moda não são apenas roupas e sapatos, mas vai muito mais além do que imaginam as tendências da próxima estação inclui cores de esmaltes, cortes e cores de cabelos, maquiagem e claro os acessórios incluindo desde bolsas até brincos. Os óculos trouxeram uma versão já conhecida para quem viveu na década de cinqüenta o estilo gatinho o modelo mais retangular será o “hit” da próxima estação juntamente com o modelo aviador que é considerado um estilo básico e para todas as ocasiões.
O que muitos temiam durante anos pode também voltar com tudo pelo menos na Europa foi sucesso absoluto as pochetes, pulseiras e colares estão com uma proposta mista para a próxima estação prometendo misturar perolas com metais, dourados com acrílico, outra aposta também são as minibolsas e carteiras para eventos mais casuais, o plástico também estará compondo alguns acessórios, as cores fluo estão com tudo mesmo inclusive nos acessórios, os cintos são para usar e abusar nunca em nenhum verão o cinto será tão citado de diversas formas e cores, os mais finos marcando a cintura será a promessa.
O uso da cadeirinha passou a ser obrigatório no Brasil e quem for flagrado transportando crianças com menos de sete anos no banco traseiro ou dianteiro e sem o uso de cinto de segurança pode ser multado em até 191,54 e mais sete pontos na carteira, isso está gerando muito polemica desde a data que passou a valer a lei que foi no dia primeiro de setembro de 2010 apesar de ser a solução mais segura de transportar a criança no veiculo pode não ser nada prático ter que carregar a cadeirinha que além de grande é preciso montá-la e o preço não é muito acessível podendo custar mais que mil reais e a mais barata não sairão por menos que duzentos reais. A Organização Mundial da saúde afirma que o uso correto da cadeira pode diminuir as chances de morte em até 70% em casos de acidentes.
É muito comum vermos crianças soltas brincando, deitadas dormindo e até em pé no banco traseiro, a possibilidade de algo mais grave acontecer em caso de acidente é muito grande quando não estão posicionados devidamente no banco e com o auxilio do cinto, a cadeira serve exatamente para não ter desculpa de que o cinto não serve na criança, o que muitas mães e pais alegam que temem o cinto enforcar assim o cinto de segurança perde sua “segurança”. A lei é válida para veículos com menos de 3,5 toneladas e não é aplicada em táxi, transportes escolares e coletivos e veículos que possuem apenas cintos de dois pontos geralmente os que foram fabricados até o ano de 1998, desde que as crianças com menos de dez anos sejam transportadas no banco dianteiro com o dispositivo de suporte ou as de quatro a sete anos no banco traseiro com o cinto de dois pontos e sem o dispositivo de suporte.
O mais importante para os pais não é fugir da multa e dos pontos na carteira, mas sim colocar a segurança de seus respectivos filhos em primeiro lugar, a cadeirinha ou assento de elevação não serve apenas para oferecer mais conforto as crianças, mas sim a completa segurança de que se no caso de acidente a criança não correr o risco de ser jogada para fora do veículo, além de tranqüilizar pais e mães sabendo que podem dirigir sem ter que se preocupar se o filho está sentando ou não, na hora de escolher o dispositivo avalie se é compatível com o peso e altura da criança para garantir a eficiência do produto. Bebês com menos de um ano devem ser transportados no bebê conforto, a partir de um ano de idade até os quatro devem ficar na cadeirinha e até os setes anos e meio sobre o assento de elevação e todos com o cinto de segurança devidamente ajustados e presos as crianças.
Nasrudin viu um homem sentado na beira de uma estrada, com ar de completa desolação.
- O que o preocupa? – quis saber.
- Meu irmão, não existe nada interessante na minha vida. Eu tenho dinheiro suficiente para não precisar trabalhar e estava viajando para ver se havia alguma coisa curiosa no mundo.
Entretanto, todas as pessoas que encontrei nada tem de novo para me dizer, e só conseguem aumentar meu tédio.
Na mesma hora, Nasrudin agarrou a mala do homem e saiu correndo pela estrada. Como conhecia a região, rapidamente conseguiu distanciar-se dele, pegando atalhos pelos campos e colinas.
Quando se distanciou bastante, colocou de novo a mala no meio da estrada por onde o viajante iria passar e escondeu-se por detrás de uma rocha. Meia hora depois o homem apareceu, sentindo-se mais miserável que nunca, por causa do ladrão que encontrara.
Assim que viu a mala, correu até ela e abriu-a, ofegante. Ao ver que seu conteúdo estava intacto, olhou para o céu cheio de alegria, e agradeceu ao Senhor pela vida.
“Certas pessoas só entendem o sabor da felicidade, quando conseguem perdê-la”, pensou Nasrudin, olhando a cena.
(Paulo Coelho)
Nota: Não podemos ficar reclamando dos passos equivocados que damos e sim o que tiramos como lição de vida para uma nova etapa a viver. Todas essas experiências me fez ver o mundo de outro forma. É uma aprendizagem necessária para o crescimento das nossas almas.
Tinha secado: esse era talvez o ponto. Não a palavra exata, que já não tinha essas pretensões, mas a mais próxima. Sabia pouco a respeito de árvores, ou sabia de um jeito não-científico, desses de tocar, cheirar e ver, mas imaginava que o processo interno de ressecamento começasse bem antes da morte aparecer no verde brilhante das folhas, na polpa dos frutos ou na casca do tronco. Não era evidente nem externo ou explícito o que padecia. E padecia? Perguntava-se detalhando os traços com as pontas dos dedos, nada que revelasse na umidade da boca ou num contorno de nariz — uma dor? Não era assim. Gostaria de voltar atrás, com sentimentos curtos e claros feito frases sem orações intercaladas, iluminar aos poucos, um mineiro, uma lanterna, o poço fundo, uma linguagem? A unha batia contra o dente. Contatos assim: uma coisa definida chocando-se com outra definida também. E não só contatos, emoções, linguagens. Quase analfabeto de si mesmo, sem vocabulário suficiente para explicar-se sequer a um espelho. Não queria assim, esses turvos. Não queria assim, esses vagos. Sem nenhum humor. Sem nada que pulsasse mais forte que o frio cuidado com que desordenava-se, um gole disciplinado de vodca quando alguma corda do violino rebentava em plena sinfonia e, no meio do palco, impossível deter o acorde. Unicamente imagens assim lhe ocorriam, essa coisa das árvores, das gramáticas, das minas, dos concertos. Elegantemente, sempre. As luvas brancas, as longas pinças esterilizadas com que tocava sem tocar o todo, o tudo e o si. Um vício que lhe vinha quem sabe da mania de ouvir música erudita, mesmo enquanto apenas vivia, antes os fones nos ouvidos que os gritos na vizinhança. E por mais que afetasse um ar de quem lentamente cruza as pernas em público, puxando com cuidado as calças para que não amarrotassem, saberia sempre de sua própria farsa. Tão consciente- mente falsa que sua inverdade era o que de mais real havia, e isso nem sequer era apenas um jogo de palavras.
A grande mentira que ele era, era verdade. Ou: a mentira nele nunca fora fraude, mas essência. Seu segredo mais fundo e mais raso, daí quem sabe a surpresa branca de quando ouvira um quase-amigo dizer que não passava de uma personagem. Prometera-se sentimentos sem intercalados, mas sentia agora uma necessidade de explicar ao ninguém que superlotava sua constante platéia, com ele sempre fora assim: quase-amigos, nada de intimidades. Mas voltando atrás no ir adiante: uma surpresa quê. Não, não uma surpresa quê. Uma não-surpresa surpreendida, pois como e porque se fizera visível e dizível naquele momento o que nem sequer alguma vez escondera? Perdia-se, não eram teias. Nem labirintos. Fazia questão de esclarecer que sua maneira torcida não se tratava de estilo, mas uma profunda dificuldade de expressão. Por esse lado, quem sabe? As emoções e os pensamentos e as sensações e as memórias e tudo isso enfim que se contorce no mais de-dentro de uma pessoa — tinham ângulos? Havia lados mais como direi? Fragmentava-se: era os pedaços descosturados de uma colcha de retalhos. Pedia atenção aqui, por favor, mais por gestos, entonações ou simplesmente clima, e regirava: era os retalhos, um por um, não a colcha, ele. Desde o xadrez vermelho ao cetim roxo sem estampa, e assim por diante, todos. Quase parava de aborrecer-se então, como quem troca súbito uma peça para violino e cravo por um atabaque de candomblé. O leve tédio suspenso como poeira espanada logo voltava a desabar. O bocejo era a compreensão mais amarga que conseguia de si mesmo. E posto isso, cabia a seguir qualquer atitude desesperada como casar, tentar o suicídio, fazer psicoterapia ou um concurso para o Banco do Brasil.
Localizava-se, mais fácil assim, dando nome às coisas. Um entusiasmo tênue como o gosto de uma alface. Isso, estar, ser. Uma vontade de interromper- se aqui, paladar estragado pelo excesso de cigarros tentando inutilmente dar um nome ao gosto que fugia entre os dentes. Em algum quarto, há muito não sabia de línguas no seu corpo, ou tão sabidas tinham se tornado que. Vacilava entre a certeza quase absoluta de estar alcançando qualquer coisa próxima de uma sabedoria inabalável, alta como um minarete, gelada como um iceberg — melhor assim: uma montanha de compreensão sem dor de todas as coisas. Ou, talvez o ponto, nem icebergs, nem minaretes — mas árvore. Inventava com os olhos no ar vazio à sua frente um verde copado de sumarentos frutos, como se diria num outro tempo, se é que alguma vez se disse, dizia sim, dizia agora, desavergonhado e frio. Verde copado de sumarentos frutos. Folhagem de seda lustrosa. Tronco pétreo ancestral. O seco invisível como verme instalado no de-dentro. Impressentível, sob a casca, caminhando lento, questão de tempo, apenas, e semente contendo o galho crispado, mão de bruxa, roendo. Tinha dois olhos duros. Dois olhos grandes de quem vê muito, e não acha nada. Tinha secado, era certamente esse o ponto. Nunca a palavra exata, esclarecera de início. Já não tinha mais essas pretensões.
Nota: a verdade e absurda no plural e a gente fala muito por falar.

Dedicação da postagem a
Caio Fernando Loureiro de Abreu
(Santiago, 12 de setembro de 1948 — Porto Alegre, 25 de fevereiro de 1996) foi um jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro.
Apontado como um dos expoentes de sua geração, a obra de Caio Fernando Abreu, escrita num estilo econômico e bem pessoal, fala de sexo, de medo, de morte e, principalmente, de angustiante solidão. Apresenta uma visão dramática do mundo moderno e é considerado um "fotógrafo da fragmentação contemporânea".
Nota: É tão bom quando ouvimos ou lemos algo com que nos identificamos.
Biografia
Caio Fernando Abreu estudou Letras e Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde foi colega de João Gilberto Noll. No entanto, ele abandonou ambos os cursos para trabalhar como jornalista de revistas de entretenimento, tais como Nova, Manchete, Veja e Pop, além de colaborar com os jornais Correio do Povo, Zero Hora, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo.
Em 1968, perseguido pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), Caio refugiou-se no sítio de uma amiga, a escritora Hilda Hilst, em Campinas, São Paulo. No início da década de 1970, ele se exilou por um ano na Europa, morando, respectivamente, na Espanha, na Suécia, nos Países Baixos, na Inglaterra e na França.
Em 1974, Caio Fernando Abreu retornou a Porto Alegre. Chegou a ser visto na Rua da Praia usando brincos nas duas orelhas e uma bata de veludo, com o cabelo pintado de vermelho. Em 1983, mudou-se para o Rio de Janeiro e, em 1985, para São Paulo. A convite da Casa dos Escritores Estrangeiros, ele voltou à França em 1994, regressando ao Brasil no mesmo ano, ao descobrir-se portador do vírus HIV.
Antes de falecer dois anos depois no Hospital Mãe de Deus em Porto Alegre, onde voltara a viver novamente com seus pais, Caio Fernando Abreu dedicou-se a tarefas como jardinagem, cuidando de roseiras. Ele faleceu no mesmo dia em que Mário de Andrade: 25 de fevereiro.
Bibliografia
Inventário do Irremediável, contos;
Limite Branco, romance;
O Ovo Apunhalado, contos;
Pedras de Calcutá, contos;
Morangos Mofados, contos;
Triângulo das Águas, novelas;
As Frangas, novela infanto-juvenil;
Os Dragões não conhecem o Paraíso, contos;
A Maldição do Vale Negro, peça teatral;
Onde Andará Dulce Veiga?, romance;
Dov'è finita Dulce Veiga?, novela;
Bien loin de Marienbad, novela;
Molto lontano da Marienbad, contos;
Ovelhas Negras, contos;
Mel & Girassóis, antologia;
Estranhos Estrangeiros, contos;
Pequenas Epifanias, crônicas;
Teatro Completo;
Cartas, correspondência;
I Draghi non conoscono il Paradiso, contos;
Teatro
O homem e a mancha
Zona contaminada
Tradução
A arte da guerra, de Sun Tzu, 1995 (com Miriam Paglia).
A balada do café triste, de Carson McCullers, 1991.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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- A Bela Adormecida - Filme
- Pedras de Calcutá - Caio Fernando Abreu
- O Ovo Apunhalado - Caio Fernando Abreu
- Morangos Mofados - Caio Fernando Abreu
- As Frangas - Caio Fernando Abreu
- Convivendo com os Diabinhos - Mirim Roders
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(CFA)